Taxa SELIC

A redução em um ponto percentual da taxa SELIC pelo Banco Central, causou um descontentamento generalizado no setor da Indústria. Embora o Presidente da CND, Armando Monteiro tenha considerado positiva a redução da taxa SELIC de 11.25% ao ano, para l0. 25% esta redução teria ficado aquém das expectativas do setor industrial, que esperava mais agressividade e uma maior adequação a este momento de crise. Este é um dos reflexos do descontentamento com a taxa SELIC numa área que é de grande importância na economia brasileira, o setor industrial. Alegam que os níveis de produção ainda são baixos em relação ao período anterior à crise e que os efeitos das taxas de Juros Menores, levam alguns meses para produzirem os efeitos desejados.

Juros

Juros

Outro fator relevante neste caso é o de que quando o Industrial vai ao Banco, em busca de Crédito Bancário, busca dinheiro em longo prazo, o que altera em muito o Spread entre o dinheiro real e o custo financeiro. Estão ai, algumas causas do descontentamento com a taxa SELIC, por parte do setor industrial. A respeito do assunto, também se manifestou o Presidente da FIESP, Paulo Skof, disendo que para ele, as taxas deveriam estar em torno de 7% ano. O custo do Spread e o custo do Dinheiro continuam preocupando. A diminuição da taxa SELIC é muito relevante para baratear o custo do Crédito Pessoal financeiro no Brasil, onde ainda está em um nível muito alto para uma melhor operacionalidade.

Taxa SELIC

Taxa SELIC

Isto justifica o descontentamento com a taxa SELIC. Executivos do setor industrial, setor que mais emprega em qualquer parte do mundo industrializado e que paga os melhores salários, deveriam ser ouvidos nas reuniões do COPOM que determinam as alterações nas taxas de juros. Alegam ainda, que em vista do quadro favorável as expectativas de inflação no país, a redução na taxa, foi inconsistente em relação as verdadeiras condições da economia brasileira,o que gera descontentamento com a taxa SELIC, que não foi o ideal para o setor

Valor

Valor

Incentivos devem ser dados para quem gera emprego, e a indústria é a maior geradora de emprego, e também que paga melhores salários. Consequentemente é quem mais contribui com a economia, gerando riquezas e aumentando o poder do consumo interno, pelos bons salários que paga a seus funcionários. Para os industriais, motivos não faltam para o seu descontentamento com a taxa SELIC. È um setor nada satisfeito. Quem sabe, os industrialistas de nosso país acionam o Site Banco do Brasil para ajustar suas relações. São muitos e rasoáveis os argumentos do setor industrial em relação às taxas de juros e todos os seus desdobramentos, por isso, o dialogo seria a melhor solução, pois que o governo deve ter suas razões para assim proceder.

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