Santander e a Crise Financeira
O Banco Santander, um dos maiores bancos financeiros do mundo, através de sua corretora, analisando a crise econômica mundial que eclodiu a partir da quebra de um dos maiores bancos financeiros dos Estados Unidos da América, o Lehman Broters, enumerou dez fatores para se manter a cautela sobre a pronta recuperação da crise financeira mundial, que não se resolverá com Cheque Pré-Datado. Para quem acompanha o noticiário sobre a crise, sabe que vários fatos vêm apontando para uma recuperação. A queda dos juros bancários, o bom desempenho do mercado de ações nos últimos dias, a recuperação dos preços do petróleo e a recuperação do emprego em alguns paÃses e noutros o desemprego encolheu.

Santander e a Crise Financeira
A corretora Santander e a crise, analisando estes fatos, apontam medidas de cautela para não se perder os avanços conquistados pela euforia, pois o momento é de procurar manter o equilÃbrio, e não sair por ai gastando Dinheiro Fácil e fazendo novas dÃvidas, ao primeiro sinal de recuperação. Cautela e equilÃbrio são as recomendações da corretora Santander e a crise, para que se alcance uma recuperação econômica sustentável e definitiva. Uma das objeções a euforia do Santander e a crise é a incerteza em relação ao sistema bancário, que dificilmente alcançaria as condições de crédito como eram antes da crise.

Consequência
E por ai em diante, vão sendo apontadas as dúvidas do Santander e a crise, que vê nos altos estoques de imóveis nos EUA e na desvalorização dos mesmos, um sério problema: a descapitalização que vai dificultar a retomada do Financiamento para Construção. Se a confiança é um fator positivo para se Aplicar Dinheiro, para os analistas da Corretora Santander este fator tem o caminho inverso, pois a confiança se alinha mais na expectativa dos empresários do que em fatos reais. Entre outras questões, o Santander e a crise, apontam para a economia chinesa, extremamente dependente do mercado externo. Por outro lado, só as ações governamentais não são suficientes para reverter à crise. É preciso arrumar a casa, e isto é dever de todos.

Bolsa
Economias tradicionalmente poupadoras deverão passar a ser consumidoras e as economias consumidoras, que se transformem em poupadoras. Os analistas econômicos no Santander e a crise afirmam que Sem Dinheiro não se resolve nada. Na verdade, nestes momentos de crise, todos nós passamos a ser economistas, a exemplo do Brasil no futebol, todo mundo é técnico. Mas sobre economia, assisti a uma palestra de um professor sobre o assunto, que desceu sua teoria econômica, ao nÃvel de uma economia familiar, onde a regra básica é não gastar mais do que ganha. Com todo o respeito aos economistas e ao Santander e a crise, o grande problema da economia mundial é a ganância, os lucros de grandes riscos. Por isso, cautela e equilÃbrio são receitas incondicionais.
